Depois do jogo de ontem, acredito mais que seremos Tetracampeões. Como
disse no post anterior, apesar do mau resultado, houve aspectos positivos que
deixam boas perspectivas para as restantes jornadas. Mas alguns desses aspectos
vieram da equipa adversária.
Primeiro, os festejos efusivos do golo do empate por parte do
único jogador do plantel azul e branco que sabe o que é ser campeão nacional;
segundo, o contentamento dos jogadores do FC Porto com o empate num jogo que lhes
daria a liderança do campeonato em caso de vitória.
Nunca vi uma equipa do FC Porto que precisava de ganhar a queimar
tempo na Luz. Se por um lado, estas circunstâncias dão mais amargura a este
empate, por outro, fazem-me acreditar que o Tetra está mais próximo. Primeiro,
porque mostraram que não são melhores que a nossa equipa; segundo, porque é
sinal de que o FC Porto já não tem a cultura e o ADN de vitória que tinha até
há uns aninhos atrás.
No tempo em que o FC Porto dominava o futebol português, ganhar ao
Benfica significava tudo para eles. Queriam ganhar ao Benfica até no berlinde e
estavam dispostos a tudo para o conseguir. Antigos jogadores com o ADN portista
como Jorge Costa e Paulinho Santos, certamente terão ficado desiludidos com a
atitude da equipa azul e branca.
Como tal, creio que não há razão para ficarmos revoltados com os
festejos do Maxi (só de nome). No final de contas, com este resultado
colocámo-nos na mesma situação que nos colocámos após a vitória em Alvalade na
época passada: passámos a ser a única equipa que depende apenas de si própria
para conquistar o título nacional.

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